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INTERSINDICAL BUSCA MELHORIAS, MAS NEGOCIAÇÕES DOS INDICADORES PARA PLR 2021 NÃO AVANÇAM COM A NEOENERGIA

Luta dos dirigentes sindicais ao longo dos anos garantiu que a nossa PLR tivesse avanços significativos na forma de distribuição

A Intersindical Neoenergia historicamente vem obtendo avanços em relação a PLR dos trabalhadores do Grupo. Ano após ano, conseguimos melhorar o processo de distribuição e equilibrar melhor os nossos interesses na definição dos indicadores e das metas das empresas. Isso é fundamental para que possamos garantir uma PLR mais justa. Fruto da nossa articulação, neste ano, mesmo diante da crise que enfrentamos, os números foram positivos, mostrando o esforço, empenho e compromisso de todos os trabalhadores.

E para manter preservado os interesses dos trabalhadores do Grupo no que se refere ao pagamento da PLR, a Intersindical se reuniu remotamente, no último dia 12, com os RH’s das empresas e representantes da Neoenergia para definir os indicadores para PLR 2021. Ao iniciar o processo de discussão, a Neoenergia apresentou objetivos que dificilmente serão alcançados, inclusive aumentando valores que já tinham sido recusados pelos sindicatos locais.

No encontro, mesmo com a argumentação técnica e as justificativas que os dirigentes sindicais mostraram, a Neoenergia se manteve irredutível, o que fez a reunião ser concluída sem avanços. Importante lembrar que, conforme estabelece o ACT, o pagamento da PLR deve ocorrer em abril.

Nova reunião agendada

Sem consenso, uma nova reunião foi agendada para o dia 18.03.2021 (quinta-feira). Nesta oportunidade, esperamos que a Neoenergia venha disposta a negociar e compreender as ponderações feitas pelos dirigentes sindicais e, assim, possamos evoluir nas discussões para assegurar objetivos e metas possíveis de serem alcançados.

“Nosso objetivo nesta negociação é assegurar que os trabalhadores possam cumprir o que for estabelecido e, consequentemente, assegurar o pagamento de uma PLR justa para 2022. Contudo, temos que ter cautela para que as etapas sejam feitas sem que no futuro ocorra prejuízo na PLR dos trabalhadores”, frisou o coordenador da Intersindical, José Fernandes.

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