Terceirizados

 

 Os processos da Esel que subiram para o TST já estão tendo posições favoráveis. A Justiça reconhece que a terceirização é ilícita e, por conseqüência, deve trazer no bojo da sentença que os trabalhadores das terceirizadas são empregados da COSERN. A Companhia terá que assumir o ônus.

 

 Os terceirizados que trabalham na Esel como eletricitários cortadores de árvores não tiveram o reconhecimento no TRT, nem no TST, porque a COSERN assegurou que seus eletricistas no interior do estado onde trabalhava a Esel, não realizam a atividade de podadores de árvores. Como justificar um eletricista da COSERN no PA de Currais Novos onde trabalhava a Esel, ter sofrido um grande golpe de serra elétrica na coxa realizando serviço de poda de árvore na rede elétrica. Os desembargadores se deixarem levar pela conversa da COSERN e um número elevado de eletricistas podadores foram prejudicados.