Notícias do Sindicato

Relato de uma perseguição

Abaixo transcrevemos o relato do trabalhador Wendel Oliveira que foi demitido no dia 09/04/2018 após perseguição da Gerente Renata (Coelba), da Gestora Ana Cláudia (Celpe) e das Coordenadoras Jessyka Mayara e Juliane Karoline.

Diante de toda essa situação que aconteceu, não poderia deixar de retratar aqui, toda injustiça, toda inverdade e covardia que fui vítima. Infelizmente somos surpreendidos com fatos sem verdades, associados à mudanças, tornando nosso ambiente inseguro.

Diante de toda essa situação que aconteceu, não poderia deixar de retratar aqui, toda injustiça, toda inverdade e covardia que fui vítima. Infelizmente somos surpreendidos com fatos sem verdades, associados à mudanças, tornando nosso ambiente inseguro.  Depois do Corporativismo, com a gestão ficando longe na maioria das vezes, foram criados os cargos de “coordenadores”, que são os olhos dos gestores. Esses coordenadores quem tocam as atividades, e repassam tudo que acontece pra eles, na maioria das vezes, passam coisas que não acontecem ou então, omitem fatos.

Fui coordenado pelas duas do faturamento, tanto Jessyka Mayara como por Juliane Karoline. A primeira que vos falo, é típica aquela que te faz de amiga, que conta sua intimidade para que, ganhe sua confiança e depois consiga dá o bote. Quando fui coordenado por ela, cansei de ver por vezes, me encher de atividades e depois retirá-las, pelos diversos motivos.

Logo após um tempo, fui designado para ir pra o implausível, atividade coordenada pela segunda, Juliane. Nesse caso, fui designado a fazer uma só atividade, durante alguns meses. Entendo que se tratava de um objetivo gerencial e que precisávamos atingir.

Todavia, por vezes vi minha equipe lotada de atividade, e queria ajudar, pedindo pra auxiliá-los e toda resposta era um NÃO. E todo mês, quando a gente iria iniciar uma atividade, toda equipe já tinha tudo definido, porém somente eu, que mês por mês precisava pedir o que eu ia fazer, e muitas vezes, diminuindo  minhas atividades e eu cobrando da gestora Ana Cláudia de Oliveira que fizesse algo, e cheguei até tentar uma troca/job pra um outro setor.

Sinalizei isso durante algumas vezes que ela veio, e a mesma apenas dizia que eu conversasse com a coordenadora, que não adiantava nunca, sempre era um NÃO. Durante a avaliação do PGD, as duas coordenadoras juntas, fizeram um pacote de maldades, que influenciaram na minha demissão.

Por vezes, foi dito que a gestora recebeu insumos, e quando perguntava que tipos de insumos eram esses, nunca tive resposta concreta. Foi quando as barbaridades foram ditas.  Quem me conhece, sabe que nunca em toda carreira na Cosern, me neguei a ensinar, ajudar, compartilhar informações. Tanto no meu setor, como em qualquer outro, sempre fui solícito em ajudar. Na avaliação, foi dita que eu precisava compartilhar informação, porque eu segurava e não ensinava; outra coisa importante, que nunca recebia feedbacks, o que eu achava que tudo estava indo perfeitamente, enquanto aos pormenores, tudo estava sendo juntado e dito antes do PGD, o que culminou na demissão.  Durante a avaliação a gestora dando em dois conceitos “atende parcialmente”, disse no final que isso não precisava me preocupar, pois não valia nada, era apenas uma avaliação de desempenho, pedindo que ficasse calmo e que nada iria acontecer.

Tentei argumentar com fatos, para tentar reverter  a avaliação, o que não consegui. Apenas tive a resposta de que seria aquela avaliação e assim ficaria, não teria como mudar. Questionei que ela vinha aqui durante 3 dias no mês, não conseguia enxergar tudo, principalmente os grupos que eram feito, pra excluir os demais.

Isso não é um fato isolado que acontece comigo, outras pessoas passaram pela mesma situação e passam ainda, contudo, têm medo de falar e sofrer retaliação. São inúmeros casos de pessoas que foram obrigadas a fazer atividades forçadas, sem treinamento, sem conhecimento, e chegar logo a melhor produção.

Sempre pautei pela ética, profissionalismo e honestidade durante o tempo que passei. Sempre fiz o correto e o melhor. Portanto, fica aqui meu depoimento diante de tanta injustiça, de inverdades e de perseguição que ocorreu.”

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