O que o governo fez para garantir o leilão de Belo Monte
17 de abril de 2010 | Autor: O Estado de São Paulo
Fonte: O Estado de São Paulo

1. O custo da obra foi reavaliado de R$ 16 bilhões para R$ 19 bilhões

2. A tarifa máxima que os concessionários poderão cobrar pela energia aumentou de R$ 68 por MW/h para R$ 83.

3. Os fundos de pensão de empresas estatais foram convocados a participar dos grupos que vão disputar o leilão.

4. Fundos como Previ (BB), Funcef (CEF) e Petros (Petrobras), que não entrarem nos consórcios, poderão vir a ser sócios estratégicos.

5. A Sudam aprovou desconto de 75% do Imposto de Renda

para Belo Monte. A medida tem efeito equivalente a um acréscimo de 6% no valor da tarifa máxima de R$ 83 por Mw/h.

6. Os investidores que entram no negócio para garantir o próprio suprimento (autoprodutores) podem vir a ter o "swap de energia" (uso da cote de energia em outra região).

7. O BNDES poderá financiar até 80% do custo da obra com prazo de até 30 anos. Para outras usinas semelhantes, o prazo foi de 25 anos.