Cosernianos garantem direitos e conquistas em julgamento do Dissídio Coletivo
14 de novembro de 2014 | Autor: Direção do SINTERN
Fonte: Direção do SINTERN

Transitou em JULGADO no dia 31/10/2014 o 1º Dissídio Coletivo, relativo ao período 2007/2008. A decisão judicial do STF – Supremo Tribunal Federal, cujo relator foi o Ministro Marco Aurélio, foi totalmente favorável aos eletricitários que faziam parte da categoria na época.

A vitória jurídica é a melhor resposta aos críticos que duvidavam da ação jurídica do SINTERN na defesa dos direitos e das conquistas da categoria. Criticavam a insistência da luta judicial do Sindicato, o tempo de tramitação dos processo nas varas do trabalho, na 2ª instância TRT e na 3ª instância TST, sem se falar que na lide processual, a COSERN conseguiu levar o dissídio ao STF.

É contraditório ter um sindicato que luta bravamente em todo trâmite processual contra uma empresa que desejava retirar cláusulas trintenárias dos ACT, e ter ainda companheiros que, pela demora nos tribunais na tramitação processual, se colocam ao lado da COSERN. A vitória judicial é a melhor resposta a estes fofoqueiros de plantão que travestidos de oposição ao SINTERN são na realidade defensores da política de pessoal da Empresa.

Durante 7 anos, a COSERN sempre procurou prejudicar seus  “COLABORADORES”. Neste período de lutas, o SINTERN acompanhava os escritórios de advocacia, na luta pela garanta dos direitos dos trabalhadores. 

Infelizmente, o SINTERN não detém poderes  para obrigar os tribunais a julgarem mais rápido. Entretanto, o sindicato garantiu tudo que se fez necessário para ganhar a ação em todas as esferas judiciais e hoje com críticas, ou sem críticas, os cosernianos chegaram ao final da primeira parte que foi ter do STF, o mérito da garantia do direito, sem que a COSERN possa mais recorrer.

Com relação a segunda parte que é a da execução do processo, o SINTERN também tomou a cerca de 3 anos as providências necessárias entrando com o pleito da execução provisória deste dissídio que já se encontra atualmente em perícia no TRT para comprovar se os valores  pagos em novembro de 2009, se estavam corretos ou não. Essa ação de execução é quem decidirá valores a receber sobre o que não foi pago corretamente, como pagar o prêmio ou as situações das outras cláusulas do Dissídio.

Finalmente, esta decisão da justiça em última instância, deverá facilitar também as decisões dos outros dissídios sem a necessidade da tramitação até o STF. 

A direção do SINTERN crê que para as críticas ao trabalho sindical, a melhor resposta são os resultados que estão sendo apresentados. As vitórias são fruto da união de todos aqueles, que confiam nas ações do Sindicato.

A questão está ganha e sacramentada, as discussões agora são sobre o pagamento. O SINTERN continuará nesta luta até que todos os trabalhadores tenham recebido os valores a que têm direito.

Os críticos travestidos de oposição são os mesmos que acerca de três meses ‘inventaram’ uma ação contra a Fasern. Eles convocaram uma reunião no Sindicato dos Professores, chamaram o SINTERN de omisso e pelego. Até esta data não interpuseram ainda nenhuma ação na justiça, nem mesmo dos ‘pseudos líderes’. O direito não existe? Quiseram enganar mais uma vez os trabalhadores? Foram desmascarados outra vez. Os trabalhadores que participaram das reuniões com esses trapalhões devem cobrar a atual posição dos mesmos para que não continuem tentando enganar os trabalhadores de boa fé.

 

CRITICAR É FÁCIL, DIFÍCIL É FAZER E GANHAR! PARABÉNS A TODOS!