Por uma questão de segurança
03 de novembro de 2016 | Autor: Direção do SINTERN
Fonte: Direção do SINTERN

No tocante a questão segurança, vale ressaltar que o gerente do GSA apesar de ser convidado para a maioria das reuniões da CIPA, não comparece a nenhuma, enviando apenas seus “assessores”. O presidente da CIPA de 10 reuniões já realizadas compareceu apenas a uma. Isso é porque o guardião da segurança é o Presidente da COSERN, imaginem Companheiros, se não fosse!!!!!  Pergunta-se: qual o critério utilizado pela empresa para a escolha dessa função (Presidente da CIPA)? Atualmente o que percebemos é o total descaso e desrespeito com a CIPA e com o trabalho desempenhado pelos empregados que são eleitos pela categoria para defenderem os seus direitos, a sua vida e uma melhor qualidade de trabalho.  Por que a COSERN reluta em não querer que o SINTERN faça parte da comissão de investigação de acidentes e incidentes ocorridos dentro e fora da empresa? O que há por trás dessa postura? O que ela quer esconder?

Os DDS (Diálogo Diário Sem efeito) realizados nunca informam os riscos de demissões pelos quais estão sujeitos os empregados, que ao menor equívoco, são demitidos sem dó nem piedade e sem o menor direito a defesa, uma vez que essa comissão é composta apenas por gestores, gerentes, GSA e o empregado, que de antemão, já se sente coagido e pressionado a assumir a responsabilidade pelo fato ocorrido. Sequer um membro da CIPA participa dessa comissão. Cadê a ética e a transparência dessa Empresa?

Com tantas mazelas a se discutir e resolver, não adianta a categoria se afobar. A Campanha Salarial deste ano será longa e difícil e isso se deve a forma intransigente com que a bancada patronal tenta conduzir a negociação. Não adianta apresentar paliativos para tapar o sol com a peneira, pois não existe forma certa para se fazer a coisa errada.