10 de novembro: Eletricitários do RN preparam reação aos ataques aos direitos trabalhistas e aos serviços públicos
09 de novembro de 2017 | Autor: Direção do SINTERN
Fonte: Direção do SINTERN

rios do Rio Grande do Norte estão sendo convocados à realização de um amplo movimento de reação ao desmonte do Estado, da Educação, da Saúde e de serviços públicos essenciais à sociedade.

Com uma pauta praticamente única aos setores democráticos, a defesa de direitos e da soberania nacional, movimentos sociais, sindicais, centrais, federações e confederações realizam um Dia Nacional de Mobilizações e Paralisações na véspera da entrada em vigor da contrarreforma da legislação trabalhista.

Com manifestações em locais de trabalho, a atividade inclui ainda atos de protesto como o que vai ocorrer às 7h30 na frente do prédio sede da Cosern em Natal/RN. A mobilização terá continuidade às 14h na Praça do Relógio, bairro do Alecrim, com passeata até a agência da Caixa Econômica Federal no centro da Cidade.

Além da desregulamentação do trabalho, a data pretende preparar a sociedade para o enfrentamento a outras medidas do governo Temer, como a proposta de reforma da Previdência, o leilão das sociedades de economia mista, a entrega do pré-sal a empresas estrangeiras, o perdão de dívidas a sonegadores e bancos, os ataques ao funcionalismo público e a privatização da Eletrobrás.

O Governo Temer é golpista, impopular e envolvido em inúmeros casos de corrupção. Ainda assim tem  provocando um retrocesso no país sem precedentes, aprovou uma reforma trabalhista nefasta que, além de destruir a CLT e conquistas de décadas, compromete o futuro de toda uma nação. 

Os patrocinadores do golpe cobram pressa na aprovação da Reforma da Previdência mesmo diante da forte oposição estabelecida por diversos setores da sociedade. O Governo Temer está alinhado com setores econômicos para retirar direitos dos trabalhadores, pois esta Reforma dificulta o acesso à aposentadoria ao exigir 49 anos de contribuição. 

Dia 10 de novembro é dia de mostrar ao Brasil, ao Temer e ao Congresso Nacional que os trabalhadores querem emprego de qualidade e que são contra as reformas recessivas.