Trabalhador custa pouco para a COSERN
11 de janeiro de 2010 | Autor: Direção do SINTERN

   O modelo de gestão imposto a categoria pela COSERN prioriza o lucro. A Empresa conquista prêmios a nível nacional pela qualidade e produtividade enquanto os seus trabalhadores são submetidos a péssimas condições de trabalho e amargam uma defasagem salarial de 13% nos últimos 10 anos.
    As despesas com a folha de pagamento não passam dos 3% dos custos operacionais da COSERN. Os lucros exorbitantes obtidos pela Empresa não são convertidos para o bem estar dos seus empregados.
    A política imposta pelos acionistas (BANCO DO BRASIL, PREVI e IBERDROLA) aplica ferramentas de gestão que maximizam os ganhos com cada vez menos recursos. O resultado desta política predatória tem reflexos diretos na vida do trabalhador, tais como na jornada de trabalho extenuante, achatamento salarial e terceirização dos serviços.
    Mesmo cumprindo todas as metas estabelecidas pela Companhia, os trabalhadores poderão receber menos do que de fato Ihes são devidos na PLR.
    Os trabalhadores podem mudar essa realidade. Basta dar continuidade a luta iniciada no Acordo Coletivo 2009/2010.
    A revisão das metas da COSERN é uma prioridade de luta para os primeiros meses de 2010. Trata-se de uma nova fase de luta, da qual todos devem participar.