Comportamento da COSERN na mesa de negociação
11 de janeiro de 2010 | Autor: Direção do SINTERN

    As dificuldades nas negociações com a COSERN fundamenta-se em diversos fatores que, ao longo da Campanha Salarial, foram descritas pelo Jornal Sindical “A Luz”.


    Começaram, como é de costume da COSERN, a aguardar o que acontece nas outras empresas do Grupo Neoenergia para que depois venham a se movimentar.
    Durante as negociações, a bancada da COSERN estigmatiza  suas preocupações em relação a comissão sindical. O temor patronal é sobre possíveis manobras que possam prejudicar a Empresa. Essas desconfianças travaram sem justificativas as negociações.


    Esses fatos ficam evidenciados quando a COSERN vem uma mesa, com uma frase ou palavra, com a única finalidade de truncar as discussões e, com isto, ganhar dias de negociações em avançar no Acordo Coletivo. De repente, alheios a toda discussão, a bancada patronal abre mão desta frase ou palavra, acatando o que a representação dos trabalhadores vinha propondo. Isso se caracteriza como manobra protelatória por parte da Empresa.


    A situação ficou evidenciada no caso da quebra de parede pelos empregados do serviço de fiscalização. Vale salientar que essas atividades não fazem parte do contrato de trabalho de eletrotécnicos e eletricistas.


    A direção do SINTERN  alerta que, ao não transferir a quebra de parede para equipes de pedreiros e serventes, a COSERN reduz o trabalho de recuperação de perdas de energia, atividade técnica que, se bem administrada, representará melhoria na lucratividade da Empresa.