SINTERN participa do II Seminário de Rede Sindical Internacional
11 de março de 2010 | Autor: Assessoria de Imprensa SINTERN / SINERGIA/BA
Fonte: Assessoria de Imprensa SINTERN / SINERGIA/BA

Com o objetivo de consolidar as redes sindicais internacionais do ramo urbanitário, acontece em Buenos Aires, na Argentina, nos dias 10, 11 e 12 deste mês, o II Seminário de Rede Sindical Internacional. A atividade conta com a presença de lideranças sindicais da Espanha, Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Nicarágua, Peru, Panamá, Chile e Bolívia. Os companheiros Pedro Damásio e Ari Azevedo estão presentes no Seminário, representando o SINTERN e a Intersindical Neoenergia, juntamente com os companheiros do Sindurb e SINERGIA/BA.

Esta atividade é fundamental para os eletricitários, sobretudo para os que pertencem ao Grupo Neoenergia, já que fortalece o debate e os laços de solidariedade e de luta dos trabalhadores do setor elétrico ligados à Iberdrola, União Fenosa e Endesa. A idéia é melhorar o nível de conhecimento e informação sobre o estado atual do setor elétrico na América Latina, os processos de privatização, as condições de trabalho e os direitos sindicais, além das estratégias de negociação com estas empresas.

A organização internacional dos trabalhadores do setor elétrico ganhou força a partir da criação da ONG espanhola Fundação Paz e Solidariedade Serafin Aliaga, em 1989, por iniciativa do CCOO - Comisiones Obreras (entidade sindical espanhola do ramo elétrico). Neste seminário, além do fortalecimento dos laços sindicais, a ONG promove o debate sobre o impacto da globalização no emprego e nas condições de trabalho dos eletricitários em toda América Latina.

Intersindical presente - O seminário realizado na Argentina tem uma importância diferenciada para os representantes da Intersindical Neoenergia, pois constitui uma oportunidade de denunciar as práticas anti-sindicais perpetradas pelos representantes do Grupo Neoenergia, holding que tem como acionista a Iberdrola. Historicamente, as campanhas salariais das empresas do grupo Neoenergia têm sido extremamente desgastantes para os trabalhadores. O Grupo  adota uma política centralizada nas três maiores empresas, mas cria resistência para aceitar a campanha salarial unificada.

 
O resultado dos debates e os encaminhamentos do II Seminário de Rede Sindical Internacional você confere nos próximos alarmes.