SINTERN cobra diferença da PLR 2009
09 de maio de 2011 | Autor: Direção do SINTERN
Fonte: Direção do SINTERN

Nas negociações da PLR – 2010, a direção do SINTERN cobrou o pagamento do residual da PLR – 2009. Nesta oportunidade o Superintendente de Gestão de Pessoas da COSERN desconsiderou a reivindicação do Sindicato. Será necessária uma “MOBILIZAÇÃO GERAL” para que os trabalhadores consigam ter seus direitos respeitados.


    Histórico – Em 2009, o EBTIDA divulgado pela COSERN em seu balanço anual, correspondeu a R$ 250.875.000,00 dos quais dependendo do índice alcançado em relação aos objetivos coorporativos da empresa, poderia conforme estatuto da mesma ser destinado até 2% para ser distribuído como PLR para os seus trabalhadores.


    Considerando que o índice apurado nos objetivos coorporativos 2009, foi considerado “MUITO BOM” o que significa 1,5% do valor do EBTIDA divulgado. Desta forma foi negociado 1,5% sobre R$ 250,875 milhões, que correspondeu a R$ 3.763.123,38 pago como PLR.


    Entretanto, no balanço da COSERN relativo a 2010, por força do novo padrão contábil IFRS, aplicado por determinação da Instrução 457 da CVM, datada de 13.07.2007, os novos valores calculados demonstraram que no lugar dos R$ 250,875 milhões, o EBTIDA em 2009 alcançou R$ 312,169 milhões, ou seja, R$ 61.294 milhões a mais que o pago a época. Nesta diferença se aplicado 1,5% representa ainda uma verba de R$ 941.000,00 que entendemos deverá ser repassado para os trabalhadores na mesma  forma do negociado.


    Esta  situação afetou também os trabalhadores da COELBA, que estão em luta pelos seus direitos, inclusive não recebendo a PLR 2010.


    O fato mais importante e merecedor de toda atenção dos trabalhadores,  é que desta diferença questionada, as empresas já fizeram reservas de dividendos para os acionistas, portanto é justo que se negocie também a diferença para os trabalhadores na forma de PLR.


    A direção do SINTERN está mantendo os contatos iniciais junto a direção do Grupo Neoenergia, esperando receptividade ao pleiteado. Caso não se tenha êxito nas conversações, o Sindicato partirá, conforme já aprovado em Assembléia, para o canal jurídico.

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