Retrato cruel da terceirização no setor eletrético
04 de abril de 2012 | Autor: Direção do SINTERN
Fonte: Direção do SINTERN

O trabalhador demitido pela Terceirizada Barbalho é um dos vários exemplos da perversidade e precarização da terceirização das atividades fins da COSERN no Estado. Após sofrer acidente de trabalho em uma linha viva, o companheiro passou meses se recuperando para voltar a sua atividade dentro da empresa.


    Foram muitas cirurgias para reimplante de tecido para tentar restaurar as regiões que foram consumidas por gravíssimas queimaduras de terceiro grau. Neste período onde ficou afastado pelo INSS, não recebeu o apoio da Barbalho e sim apenas de familiares e dos companheiros de trabalho.


    Depois de muita luta voltou ao trabalho onde passou exercer suas atividades nomalmente. Contudo, após participar de uma mesa de negociação entre a direção do SINTERN e a Empresa junto com outro companheiro de trabalho, foi sumariamente demitido sem justificativas.


    Veja a condição degradante de risco de morte que estes trabalhadores estão expostos. Nem mesmo o direito de reivindicar melhores condições de trabalho e seus direitos lhes são facultados. A direção do SINTERN legitima representante dos trabalhadores, é impedido de entrar nas dependências da Empresa para manter contato com os trabalhadores.