ATUAÇÃO DA INTERSINDICAL TRAZ NOVAS PERSPECTIVAS PARA A PLR
16 de abril de 2012 | Autor: Intersindical Neonergia
Fonte: Intersindical Neonergia

Foi realizada nesta sexta-feira, dia 13 de abril, no Rio de Janeiro, importante reunião entre os representantes da Intersindical: Paulo de Tarso (FNU), Pedro Damásio (COSERN), Andre Monteiro (CELPE) e Marcelo Marinho (Conselho de Adm. – COELBA) com a Direção da Neoenergia (Lady Moraes – Diretora de Gestão de Pessoas e os Superintendentes das Empresas) para discutir a atual distribuição da PLR. Esta reunião de hoje foi consequência do encontro ocorrido no dia 20/03 com os acionistas majoritários do grupo.

Os argumentos dos dirigentes da Intersindical Neoenergia já haviam sido apresentados a empresa em reuniões anteriores, e demandavam que parte dos lucros fossem distribuídos na PLR. Os dirigentes sindicais foram diretos ao afirmarem que a atual fórmula praticada é no mínimo inconsistente com o atual momento da empresa e se mostra incapaz de fazer justiça com os (as) companheiros (as) que dão o seu suor no dia a dia. 

Em um estudo realizado pela empresa e apresentado na reunião de hoje, algumas modificações na metodologia foram propostas, garantindo assim o pagamento da PLR referente a 2011 para COELBA e CELPE, cujo conceito pela metodologia antiga foi considerado “insuficiente” e, portanto não haveria distribuição da PLR para os trabalhadores (as) destas empresas. A COSERN que havia obtido o conceito “bom” teria pela formula antiga 1% do EBITDA e agora terá uma distribuição de 1,19%.  

A proposta de cálculo de PLR apresentada tem como principais pontos:

- Estabelecido um mínimo de distribuição (0,5% do EBTIDA), independente dos resultados e das metas, ou seja, uma garantia do pagamento de PLR (as) trabalhadores (as);



- Curva de crescimento progressivo da pontuação, ou seja, a partir dos 400 pontos, a distribuição poderá se dar em qualquer intervalo percentual variando de 0,5% do EBTIDA até o teto da distribuição.

- Aumento do teto de distribuição de 2% para 2,25% do EBITDA, o que representa um aumento de 12,5% no potencial de pagamento da PLR.

 

Confira as modificações propostas:


Sobre esta negociação, entendemos que deveremos adicionar ao debate a componente PL (Participação nos Lucros) à PR (Participação nos Resultados). Sobre a PR, em especial, deveremos ter atenção redobrada nas definições dos objetivos e suas metas. Exigimos constar que as definições dos objetivos e suas metas reflitam as diretas participações dos trabalhadores de forma a torná-los factíveis e, consequentemente, recompensar a categoria em conformidade com o crescimento das empresas.



Vamos à luta!