SINTERN participa do IV Seminário da Rede Sindical Internacional
26 de junho de 2012 | Autor: Direção do SINTERN
Fonte: Direção do SINTERN

A direção do SINTERN participou nos dias 8 e 9 de maio de 2012 do VI Seminário de Rede Sindical Internacional. O evento foi realizado em Lima, no Perú, com o objetivo discutir e encaminhar propostas de luta sobre saúde e segurança no trabalho nas redes sindicais internacionais do setor elétrico na América Latina e Caribe, onde estão presentes as transnacionais espanholas: IDERDROLA, ENDESA e UNIÃO FENOSA.

Este foi o quatro encontro. O Primeiro ocorreu em maio de 2009, em Fortaleza/CE, também com a participação da direção do SINTERN, e abordou a análise das Redes Sindicais. Outros dois eventos foram realizados no âmbito do projeto Desenvolvimento de Espaços de Negociação Coletiva Internacional em Empresas Espanholas do Setor Elétrico Presentes na América Latina, assinado entre a Fundação Paz y Solidaridad Serafín Aliga das CC.OO(Confederación Sindical de Comisiones Obreras) e o governo espanhol através da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), do Ministério dos Assuntos Externos e da Cooperação.

A atividade contou com a presença de lideranças sindicais da Espanha, Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Nicarágua, Peru, Panamá, Chile e Bolívia. Os companheiros Ari Azevedo, Liane Chacon e Pedro Damásio  estiveram presentes no Seminário, representando o SINTERN e a Intersindical Neoenergia.

O projeto visa melhorar a negociação colectiva nos diferentes locais da América Latina de electricidade espanhol Endesa empresas, Iberdrola e Unión Fenosa. Confrontado com a insegurança no emprego no setor ocorrido nos últimos tempos, os sindicatos acreditam que a união de forças entre os sindicatos das várias delegações internacionais da mesma empresa irá promover uma maior capacidade de negociar condições de trabalho, independentemente o lugar onde ele se desenvolve, e pode até chegar a uma negociação global sobre determinadas questões. As despesas de transporte, hospedagem e alimentação dos dirigentes sindicais foram custeadas pelo projeto.